12º Encontro da Locaweb – Belo Horizonte

Gilberto Mautner

Em Belo Horizonte, Minas Gerais, no dia 15 de Abril no hotel Ouro Minas, foi realizado o 12º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet. Um evento excelente, como sempre, e repleto de profissionais de diversos setores e áreas da tecnologia web.

Gilberto Mautner, presidente da Locaweb, fez abertura do evento falando sobre as Tendências do Mercado de Internet. Ainda tivemos palestras do Fábio Akita, Vinícius Teles, Gil Giardelli e Luli Radfaher. Grandes nomes do mercado.

O que mais marcou o evento da Locaweb este ano foi o empreendedorismo e o poder das redes sociais. Embora pareçam ser assuntos recorrentes, foram palestras de conteúdo expressivo e muito relevante. Para quem quer ou já está no caminho, de abrir sua empresa na área de tecnologia web, o Encontro Locaweb foi uma chuva de conhecimentos, conceitos, idéias, sugestões e opiniões deste enorme mercado.

Não comentar palestra por palestra aqui, pois quem ainda vai ter a oportunidade de ir ao Encontro Locaweb em sua cidade, não deve deixar de ir. É uma oportunidade única de aprender e conhecer um pouco mais sobre o mercado.

Os patrocinadores do evento não exploraram as possibilidades ali. Com excessão da Microsoft, os stands foram bem simples e sem qualquer conteúdo atrativo. Isso é muito ruim, principalmente quando se trata de boas empresas que poderiam estar promovendo algum conteúdo interativo mais interessante em eventos como estes. Um executivo da Microsoft também deu uma pequena palestra sobre alguns recursos “novos” e gratuitos; o que achei incrivelmente interessante, mas falarei sobre isso nos próximos posts.

Julian Assange – Um Hacker de verdade

Julian Assange é um dos Harckers mais famosos no mundo. Se você nunca ouviu falar dele, é melhor se informar. Um australiano de cabelos tão claros que poderiam ser confundidos com cabelos brancos. Não se sabe exatamente a idade de Assange, mas sabe-se que deve estar próximo dos 40 anos hoje.

Julian Assange criou o site Wikileaks, em 2007, com o intuito de divulgar informações que seriam capaz de colocar governos a baixo. O Wikileaks, fazendo uma analogia ao Wikipedia, é um site de colaboração com jornalistas investigativos. O motivo da existência do Wikileaks é fazer com que notícias censuradas e confidenciais, possan ser anonimamente publicadas preservando a confidencialidade do autor. A Sunshine Press é a organização que ajuda a financiar o Wikileaks, esta organização conta com apoio de ativistas de direitos humanos, jornalistas investigativos e pessoas ligadas à alta tecnologia.

Recentemente o Wikileaks deu seu maior furo, ao publicar um vídeo, de 17 minutos, mostrando o ataque de um helicóptero Apache americano à um grupo de pessoas em Bagdá. O vídeo é de julho de 2007 e nele o ataque mata 12 civis além de deixarem 2 crianças feridas. Diversos caminhos ‘legais’ foram usados para tentar publicar este vídeo, inclusive grandes jornais como o Washington Post teve o material para ser publicado, mas não o pode fazer. Nem mesmo baseando-se na Lei de Acesso à Informações, foi possível levar o vídeo a público. O caminho então escolhido, foi levar o vídeo para o Wikileaks.

Após a publicação do vídeo que você pode ver aqui, Julian Assange e alguns colaboradores se tornaram celebridades jornalísticas instantâneas e globalizadas. Tudo em questão de horas. Este ataque de Bagdá foi até hoje o maior furo do Wikileaks, que coleciona outros diversos furos por governos do mundo a fora.

Muitos países gostariam de calar o Wikileaks, mas isso é praticamente impossível. O site encontra-se hospedado em servidores de diversos países, entre eles a Suécia, aonde existe uma lei que obriga a confidencialidade das fontes. A hospedagem em diversos servidores deu uma mobilidade ao site, fazendo com que ele seja capaz de driblar até mesmo o ‘firewall de censura’ chinês. Não é possível entrar em contato direto com Julian Assange, que liga ocasionalmente para jornalistas ao redor do mundo para informá-los de seus furos. Assange tem o cuidado de sempre ligar de telefones móveis, pré-pagos, e com número novo à cada ligação. Isso faz dele o Hacker mais difícil de se encontrar hoje.

Após a publicação do vídeo por Julian Assange, o general Stanley McChrystal, ex comandante das forças americanas no Afeganistão, deu a seguinte declaração: “Atiramos em um número considerável de pessoas e matamos muitas, e que eu saiba nenhuma delas era comprovadamente ameaça às nossas forças.”

Resta-nos agora torcer para que Julian Assange continue fazendo o ótimo trabalho que vem sendo feito. Se você é um repórter investigativo e tem furos sobre o governo do seu país, acesse o site e contribua com notícias. Se você não é um repórter investigativo, pode fazer uma doação para ajudar a manter o site nos servidores.

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Me empresta um dinheiro aí?

Emprestar dinheiro para um estranho que você adicionou em uma rede social? Isso dá certo? A Fairplace acredita que sim.

A mais nova rede social, ainda em fase beta, no Brasil vem com essa proposta. O site permite que pessoas emprestem o dinheiro à desconhecidos, e permite que outras pessoas peguem o empréstimo. Na contramão das novas políticas do mercado, que se retrai  cada vez mais, limitando as opções de empréstimo e sempre com o pé atrás com o cliente, Eldes Mattiuzzo aposta alto nesta modalidade. Mattiuzo é ex-executivo do Unibanco e quer desbravar o mercado de empréstimos pela internet no Brasil.

Como funciona?

  • Quem quer o empréstimo preenche um perfil, incluindo valor desejado, finalidade do dinheiro e juros que quer pagar;
  • O site faz a classificação de risco do interessado – em teoria, quanto maior o risco, maior a chance de ele dar calote e maior a taxa de juros que ele precisa pagar;
  • O interessado negocia com os potenciais emprestadores e pode melhorar as condições para obter o dinheiro;
  • O interessado em emprestar se cadastra no site e avalia os perfis de pessoas que precisam de dinheiro;
  • Ele escolhe os perfis que considera mais interessantes, a partir do grau de risco, do histórico de pagamentos e dos juros oferecidos;
  • O Fairplace brasileiro incentiva o emprestador a distribuir o dinheiro entre vários tomadores para reduzir o risco de calote;
  • Se tudo der certo, o emprestador recebe o dinheiro de volta em parcelas mensais, com juros – e talvez a satisfação de ter ajudado alguém;
  • Cada empréstimo pago corretamente alimenta um histórico de bom pagador. Quem dá o calote é eliminado do site e passa a lidar com cobradores;

Esta nova modalidade de rede social vem crescendo em todo o mundo. Os juros pagos e recebidos, variam de 1% (baixo risco) à 8% (alto risco). O que torna um investimento bem atrativo se comparado aos rendimentos de renda fixa como a poupança. E além de tudo, te deixa aquele gostinho de que ajudou alguém.

O Fairplace recebe os juros do que toma o empréstimo e do que oferece o empréstimo. Uma maneira ‘limpa’ de lucrar com uma rede social.

O Fairplace estreiou hoje na internet brasileira. O que você acha dessa nova modalidade? Você emprestaria dinheiro à um estranho? Faria um empréstimo por meio de uma rede social?

Fonte: Revista Época

Apple x Google x HTC x Open Source

A HTC, líder mundial em Smartphones com o Google Android e Windows Mobile, está em uma excelente fase no mercado de Smartphones. Será que isso vem incomodando a Apple? Vemos por aí diversos sites e fontes dizendo sobre o ódio da Apple pela Google Android, HTC e os softwares Open Source. Entenda agora, porque tudo isso é uma grande mentira!

Há 3 anos, quando a Apple lançou o iPhone, Steve Jobs deixou bem claro que tinha patenteado diversos recursos únicos do aparelho, sob o direito de patente intelectual e com duração de 5 anos, tempo suficiente para que os concorrentes não alcançassem mais a Apple. A direção da Apple também disse que enfrentaria com todo o vigor qualquer empresa que ousasse quebrar qualquer um dos recursos patenteados pela Apple. E a primeira oportunidade que apareceu foi com o Palm Pre, porém, na ocasião, o desgaste seria desnecessário para a Apple, uma vez que a empresa não possui expressão no mercado e um eventual processo só serviria para fortalecer a marca Palm. Ignorar foi a escolha da Apple. Logo em seguida, a Apple foi para cima da Nokia. Em uma épica disputa que você pode conferir os detalhes aqui.

Apple x Google

Alguns afirmam que a Apple está voltada para atacar diretamente a Google Android e seu sistema operacional open source. Isso não é verdade! A Apple tem consciência de que atacar um sistema operacional que vem crescendo, como o Android, poderia ter um resultado desastroso para sua imagem e, caso vencesse,  não teria seus problemas resolvidos,  pois ainda teriam que enfrentar outro gigante em expansão, a Microsoft, e seu mais recente lançamento  - o Windows Phone 7.

Além disso, a Apple sabe que o resultado será mais eficiente se atacar as fabricantes dos aparelhos que infrigem suas patentes e oferecem risco ao seu “monopólio” de software e hardware do que atacar simplesmente seus rivais sistemas operacionais.

E não vou entrar na discussão sobre a Apple utilizar o Google como buscador principal em seus aparelhos, o Google Maps no iPhone, e o que uma investida contra a Google poderia resultar para a Apple. E segue a mesma lógica para a Microsoft, uma vez que os diretores já anunciaram uma possível mudança, em 2011, de Google para Bing.

Apple x HTC

Ao contrário do Palm, a HTC é uma ameaça real para a Apple. Uma fabricante que solta vários modelos de aparelhos, com um pequeno espaço de poucos meses, e que roda Windows Phone 7 e Google Android. A HTC é uma hidra de 2 cabeças para a Apple. Seria capaz de sobreviver muito bem à queda do Windows Phone 7 como à queda do Android.

Comprar uma briga contra a HTC Corp é algo que irá gastar tempo, muito dinheiro e desgaste da imagem da Apple. No final do mês de março, a Apple entrou com um processo contra a HTC pela quebra de 20 patentes relacionadas ao iPhone. O vice-presidente Jason Mackenzie disse: “Estamos confiantes em nossa inovação e na nossa capacidade para nos defender, neste caso”. Segundo a direção da HTC, a Apple irá perder essa briga.

Se formos analizar criteriosamente as possibilidades, veremos que a Apple irá perder de todo jeito. Se vencer a briga com a HTC, forçará a Microsoft a voltar às pranchetas para desenvolver um novo sistema. E também forçaria o Google à desenvolver um sistema diferente e isso implica, tanto para a Microsoft como para o Google, em uma forte investida junto com centenas de fabricantes pelo mundo em tecnologia diferenciada para esmagar a Apple e seus aparelhos. Para muitos essa “união” é algo utópico, mas se analisarmos bem, vemos que no longo prazo, uma vitória contra a HTC, só adiaria o maior dos seus problemas.

Apple x Open Source

Recentemente Steve Jobs falou o seguinte: “grandes artistas roubam”. Isso foi um prato cheio para os inimigos da maçã que defendem milhões de motivos para que a Apple não use o direito de patente sobre propriedade intelectual.

Mas, a maioria das pessoas entenderam errado. Steve Jobs estava citando Picasso, que inicialmente usou a frase para falar de “roubar” as grandes idéias em arte. Jobs ainda acrescentou: “Sempre fomos alvos de roubos de grandes idéias.”. Existe uma diferença em grandes idéias em arte e tecnologia patenteada. O que Jobs queria dizer com tudo isso é que a Apple estava aberta à grandes idéias e não defendendo o roubo de propriedade intelectual como muitos afirmaram.

A Apple investe pesado em funcionários ‘visionários’ e com talento para desenvolverem novas aplicações e tecnologias. Isso não quer dizer que a Apple é a favor do Open Source, mas estimula a criação e desenvolvimento de ‘grandes idéias’.

Você deve se perguntar por que a Apple nunca se aventurou no mercado de mídias (DVD e CD). A realidade é que a Apple ficaria limitada às restrições que ainda existem sobre a patente destas mídias. No entanto a Apple teve sua grande idéia, e criou o iTunes. Mesmo que o iTunes venha sofrendo bastante com os grandes estúdios que reinvidicam ganhos maiores porque, independente de se tratar de um software da Apple, o conteúdo não é dela.

Mas existem muitas idéias que são geniais e não estão sobre propriedade intelectual. E era sobre isso que Steve Jobs estava comentando.

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Lucrando com jogos

Mark Pincus

Mark Pincus, fundador e presidente da Zynga é o maior exemplo de como pequenas empresas ou até mesmo desenvolvedores individuais podem lucrar e muito com jogos. Na segunda semana de março o Facebook foi o site mais visitado* no mundo, ultrapassando a página de buscas do Google.

Com um lucro de 2 bilhões de dólares e mais de 400 milhões de usuários, o Facebook não é só um site de redes sociais, mas tornou-se uma plataforma de desenvolvimento de softwares. A americana Zynga do CEO Mark Pincus possui 5 dos 10 jogos mais acessados do Facebook, contando atualmente com mais de 230 milhões de usuários. A previsão da consultoria NeXt UP Research é que a Zynga atinja receita de 1,1 bilhão de dólares em 2014.

Pincus não é um marinheiro de primeira viagem. Em 2003 criou seu site de redes sociais Tribe.net. que não deu muito certo, mas serviu como laboratório para Pincus entender como funcionam as redes sociais. O CEO da Zynga entendeu que as pessoas precisam ter o que fazer nas redes sociais, precisavam de algo que lhes ocupesse o tempo e as estimulesse à entrar no site. E ele estava certo. Hoje diversas empresas seguem seu modelo, como o MySpace e o Orkut,  que também são grandes redes sociais com jogos desenvolvidos por terceiros.

O sucesso de Mark Pincus e da empresa Zynga despertou o interesse em companhias tradicionais do mercado de games. A gigante Eletronic Arts comprou a pequena Playfish por 300 milhões de dólares. Até mesmo a Microsoft estaria para comprar a CrowdStar, a quarta maior desenvolvedora de aplicativos no Facebook.

As grandes empresas já não podem mais ignorar os aplicativos em redes sociais. Como um comparativo, veja a Sony que vendeu, até o final do ano passado, 33 milhões de unidades do novo PlayStatio 3. O jogo Café World tem mais de 30 milhões de usuários e o Farmville tem mais de 82 milhões de usuários. Estamos comparando aqui o Facebook que gerou uma receita de 1 bilhão de dólares em 2009.

Será mesmo essa a nova tendência do mercado de jogos? Mais investimento para jogos em redes sociais e menos para jogos de console?

*Segundo a empresa de pesquisas web Experian Hitwise

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Seria o fim do The New York Times?

Sede do New York Times

Muitos escritores e críticos consideram o jornal The New York Times o melhor jornal do mundo. Um jornal de tradição e respeito em todo o território norte-americano. Mas uma guerra, nunca antes na história dos Estados Unidos da América, foi declarada contra o clã Sulzberger que controla o The New York Times.

O magnata Rupert Murdoch

O australiano bilionário Rupert Murdoch comprou em 2008 o Wall Street Journal por US$ 5 bilhões. Hoje, o Journal vale menos da metade, mas mesmo assim, Rupert Murdoch continua investindo pesado em sua expansão.  Rupert Murdoch que é dono da News Corp., de empresas como o Grupo Fox (televisão e cinema), da Sky (rede de tv por satélite), do site MySpace, e de dezenas de jornais, entre eles o Times de Londres, o The Sun e o Wall Street Journal. A News Corp. tem um faturamento anual de 30,4 bilhões de dólares contra 2,4 bilhões de dólares de Arthur Sulzberger Jr., controlador do The New York Times e do Boston Globe.

Todos estes números mostram como Murdoch está fortalecido e encorajado à aniquilar seu concorrente. Em tempos de crise no jornalismo impresso nos EUA, o Journal é considerado a ‘segunda leitura’ pelos americanos. Em primeiro lugar está o The New York Times. Mas isso é tão ruim? É péssimo, pois com os recentes lançamentos tecnológicos e a nova era dos jornais digitais, ficar em segundo lugar como ordem de leitura pode significar o fechamento de um jornal.

Arthur Sulzberger Jr. deve estar preparado para enfrentar o que Murdoch planejou. O Wall Street começou a lançar, desde a semana passada, um caderno exclusivo, composto por 16 páginas, só com notícias de Nova Iorque, um investimento de mais de 100 milhões de dólares. E para este ano o The New York Times reduziu em 18% sua folha de pagamento para reduzir custos.

De qualquer maneira, Sulzberger é quem vai sair perdendo nessa história. O The New York Times está em um péssimo momento. Mais de 800 milhões de dólares em dívidas, circulação em queda e a publicidade com queda de 24% em 2009. Como se não bastasse, mês passado os acionistas foram tomados por boatos de uma possível compra do jornal pelo mexicano Carlos Slim, maior acionista individual do The New York Times e o homem mais rico do mundo. Estes  boatos foram negados.

O problema que Sulzberger tem agora é manter a rentabilidade e a imagem do seu jornal como sendo de ‘primeira leitura’ entre os americanos. Se Sulzberger cair frente à Murdoch provavelmente os boatos sobre a venda do jornal serão ressucitados e os acionistas forçarão Sulzberger a procurar possíveis investidores.

É uma situação bem delicada. O que você acha? Seria o fim do The New York Times? Como Sulzberger sairá dessa?

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Google muda de nome no 1º de Abril

Não é brincadeira de 1º de Abril, pelo menos não completamente. A Google decidiu mudar seu nome para Topeka.

Não é uma vaga mudença sem sentido. Trata-se de uma homenagem feita a cidade de Topeka, no Kansas, que a algum tempo atrás, fiocu famosa por mudar seu nome para Google, durante todo o mês de março, numa tentativa de ganhar da empresa uma conexao de 1Gbps.

Para dar mais ênfase à brincadeira, a Google postou em seu blog, as explicações para a “difícil” decisão,  apresentando inúmeras semelhanças entre ela e a cidade, em justificativa para a homenagem.

Devido à “mudança”, os funcionários da gigante da internet passarão a ser chamados de “Topekers” e todos os serviços oferecidos por ela terão seus nomes adaptados, como por exemplo, Topeka News, Topeka Maps.

Bom, se a moda pegar, sugiro a minha querida Jaboticatubas que faça o mesmo. Parece que a Google ainda não descobriu onde ela fica.

Fotos: AFP e BlueBus

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Tecnologias, redes sociais e a arte do século XXI

Uma nova proposta pode representar um novo rumo para o campo das artes. Para quem ainda associa arte  a exposições em museus pode, no mínimo, achar estranho ouvir falar em uma exposição no iPhone. Isso mesmo. Esta é a proposta da “Follow the Queen”, a primeira exposição de arte no iPhone., que começou no último dia 20 de março.

A inspiração surgiu do moleskine, o tradicional caderninho usado a mais de dois séculos por artistas e intelectuais para fazer anotações e rascunhos. Inspirada na semelhança entre o modeskine e um iPhone, Samantha Carvalho, dona da agência QueenMob, sugeriu ao artísta plástico Guilherme Dietrich fazer obras especialmente para o iPhone.

Consiste em uma exposição de arte em forma de aplicativo, baixado gratuitamente, para iPhone e iPod Touch. Ele conta uma história criada pelo poeta Diego Grando, que fala sobre uma rainha, onde aparece o primeiro quadro, mas, para ir adiante, é preciso encontrar o desenho de uma rainha e colocar o dedo sobre ele. Isso mesmo, igual acontecia em “Onde está Wally?”. Interatividade pura, criando um experiência nova para o público. Além disso, faz-se importante lembrar que a curadoria da exposição é realizada via Facebook, numa contribuição importante do mundo digital.

A intenção é manter a exposição até o ano que vem, quando será substituída pela “Follow the Queen 2″ ou por outro evento, também para iPhone.  A organização é da QueenMob e a curadoria fica a cargo da Pomba Arte e Design. A exposição vai até o dia 8 de junho, de terça a sábado das 11h às 19h e aos sábados das 11h às 17h. A entrada é franca.

Garoto chinês com polidactilia passa bem após cirurgia

Pés

Nesta semana, um caso de polidactilia chamou a atenção do mundo: um menino chinês que tinha 16 dedos nos pés e 15 dedos nas mãos. O problema não é influenciado por fatores externos, é causado por uma má formação genética dos membros e está ligada com a hereditariedade. “Quando esse menino crescer, há 50% de chance de ele ter um filho com o mesmo problema”, afirmou Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica.

Mãos

Na maioria dos casos, os membros extras têm boa funcionalidade, mas a cirurgia para a extração costuma ser recomendada não somente pela dificuldade física, mas, principalmente, pela questão estética, já que a polidactilia costuma gerar muitos impactos psicológicos. O menino foi submetido à cirurgia e passa bem. Para ver as fotos do resultado da cirurgia clique aqui e aqui.

Antes da Cirurgia

Categorias Geral Jornalismo Notícias por NathyCalina. 2 Comentarios

Choque e seja ouvido

Muitas vezes as pessoas só são tocadas quando a mensagem que se destina a elas é transmitida de uma maneira direta e chocante, sem rodeios. Por isso inúmeras campanhas são feitas assim. Despertar a tenção do público gerando incômodo, desconforto e principalmente tocando na sua ferida, aquele questão que todos conhecem mas não querem discutir, costuma gerar resultados. E polêmica, é claro.

Abaixo seguem algumas dessas campanhas:

“Obesidade é suicídio”, criada pela Blattner Brunner, de Washington, para o Instituto de Cirurgia Bariátrica.

Campanha contra anorexia da Anorexi / Bulimi – Kontakt, criada pela Grey, de Estocolmo, na Suécia.

Campanha contra o uso de drogas, criada para a Montana Meth Project.

“Bater em um homem velho por dinheiro não é normal. Mas por Metanfetamina é.”

“15 dólares por sexo não é normal. Mas por Metanfetamina é.”

“Você realmente lavou suas mãos?”, campanha realizada para o sabonete líquido Just.

“Cores Unidas da Benetton”, serie de campanhas polêmicas da marca italiana, que marcaram época.

“A AIDS é uma assassina em massa. Proteja-se.” Caampanha criada pela Das Comite, da Alemanha.

“Fumar é ser escravo do tabaco”. Campanha anti-fumo francesa, criada para a Associação de Direito do Não-Fumantes.



Nem sempre elas funcionam mas muitas vezes repercutem e até mesmo tem sua veiculação cancelada. Afinal de contas nem todo mundo quer ouvir e ver o que é desconfortável.

Categorias Geral Publicidade por Bruno. Comentários desativados

Marketing esportivo pela paz

Campanhas não servem apenas apenas para gerar vendas. Elas podem buscar também a paz.

No Uruguai, devido as constantes brigas entre torcidas que culminaram com a morte de torcedores, a Federação Uruguaia de Basquetebol suspendeu todos os jogos de todas as suas categorias pelo período de um mês. A suspensão foi válida em todo o país.

Para retomar os jogos, a federação realizou um ato simbólico que chamou a atenção de todos pelo ineditismo. Todas as partidas foram realizadas com os times jogando com os uniformes trocados. Isso mesmo. É como se o Cruzeiro jogasse com a camisa de Galo e vice-versa.

A campanha de nome “nenhuma camisa vale mais que uma vida”, criada pela Notable Publicidade, repercutiu e ganhou o GP de Desachate, o Festival do Círculo Criativo Uruguaio de Publicidade.

Uma ação genial, que pega bem o espírito de competição sadia do esporte. Pena que duvido muito que ela funcionasse no Brasil.

Case Fubb